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recuperando o poder pessoal

Vivemos em uma cultura que naturalmente nos rouba o poder pessoal. Somos dependentes de família, governo, escola, faculdade, chefe, televisão, jornal para nos dizer o que e como fazer e no que acreditar.

Então já nascemos acostumados a permitir que outros sejam responsáveis pelo o que sentimos, o que realizamos, até mesmo o que sonhamos.

Isso tudo enfraquece nosso poder pessoal, energia que preenche o terceiro chakra, Manipura.

Qualquer tipo de dependência, seja ela material, espiritual ou emocional, nos rouba energia desse centro de poder. O problema é quando dependemos demais do outro para tomar as nossas decisões, para nos dizer o que fazer, para nos dar a nossa direção.

Somos seres interdependentes e algumas perdas são normais. Vivemos em ciclos e vamos aos pouco perdendo e recuperando na roda de aprendizado na vida. Outras perdas, porém, parecem até roubo.

Se você coloca o seu poder em uma pessoa, dependendo dela para te guiar em algum aspecto da sua vida e, por algum motivo, essa pessoa o abandona, retirando seu chão, te deixando perdida sem guia, a pessoa sai com a sua energia, o seu poder pessoal. Veja, energia se movimenta de maneira quase material mesmo. As dinâmicas energéticas acontecem em transferências também. Estamos sempre trocando energia com outras pessoas mas com algumas acabamos trocando mais intensamente do que com outras. Normalmente estas são às que estamos emocionalmente conectados.

Imagine seu chakra pulsante de energia solar dourada, o centro do seu poder pessoal. Ao confiar mais nos outros que em você mesma para se guiar, essa luz vai passando através de elos energéticos para os centros daquelas pessoas. Dependendo do grau de conexão e confiança que se tenha na pessoa, acabamos projetando tanto de nós mesmos que se essa pessoa sai do scenario por algum motivo, perdemos o senso de quem somos.

Pode-se levar anos para recuperar esse poder, pode-se até passar uma vida inteira sem revê-lo. A pessoa vai embora levando sua energia com ela, tomando seu poder pessoal para si mesma. Isso acontece mesmo! Essa pessoa vai sair mais poderosa porque tomou seu poder. Veja, não é roubo porque quem deu o poder foi você mesmo não foi? Mas a sensação é de roubo, é de que alguém lhe tomou uma parte sua e sem isso você deixa de ser quem você era. Não consegue mais realizar o que realizava…. Gera crenças limitantes ao redor da sua capacidade de fazer coisas…

Todos passamos por isso em alguns níveis. A humanidade coletivamente passa por um roubo de poder pessoal para diversas instituições do sistema mas isso é um texto para outro momento. Algumas experiências, porém, especialmente quando essa dinâmica se mescla com amor e intimidade, podem ser bastante radicais, alterando toda nossa vida. É uma perda muito profunda.

A recuperação pode levar tempo. Porque a tomada de consciência do que aconteceu leva tempo em si. Culpamos a nós mesmos, não nos perdoamos, passamos a nos tratar mal, não nos damos o valor ou o respeito que o outro não nos deu. Somente após alguma experiência forte que o Universo e você criam juntos para alavancar sua cura é que você pode começar a perceber como você segue permitindo esse roubo. De novo, de novo, de novo…

Começa a se levantar, coloca força nas próprias pernas novamente. Segura o volante do seu carro. E se perdoa. Se ama. Deixa ir o passado. E, aos poucos, entra em um processo de recuperar a confiança em você mesma. Recuperar seu poder pessoal. Voltando a acreditar em você, no seu valor, na sua capacidade de materializar seus sonhos. Percebendo que Deus quer lhe dar o que você quer, é só você que está no seu próprio caminho!

Às vezes, tomar decisões por tomar é melhor que abrir espaço para dúvida. Fazer por fazer, sem se ligar muito na qualidade do que faz. Escolher pelo ato de escolher com consciência e retomar sua responsabilidade em cima de si mesma. Tomando esse poder de volta!!! Criar. Se assumir, se bancar. Não se abandonar, no matter what!

dance like no one’s watching

Como é bom dançar! Como é bom sair pra celebrar.

O ano está acabando! Que ano! Não foi fácil. Foi um ano de exposição de sombras. Ano da verdade. Ano dos milagres.

Se o ano está acabando ou não da forma que você esperava, sabe de uma coisa? Aproveite. Seja lá onde você estiver, que amigos estejam ao seu redor, qual a celebração de ano novo que vem por aí. Este é um momento de colocar as armas no chão e simplesmente descansar, relaxar, pegar uma praia, ir à uma festa. Celebrar as grandes e pequenas coisas.

Se temos menos a celebrar do que esperávamos, isso não é motivo para não celebrar at all! Sempre há motivos para estar feliz.

Um dos grandes aprendizados deste ano foi focar no que eu tenho neste momento. Infelizmente, aprendi isso pelo oposto. Passei muito tempo tendo a vida mais maravilhosa que eu podia imaginar ao meu redor, focando apenas no que faltava, no que eu não tinha ainda. Meu foco obsessivo com o que faltava, o que não estava ali que deveria estar, o que eu queria que não tinha… Depois de alguns meses de pensamentos voltados para o que faltava, criei a realidade então de perder tudo que eu tinha que não dava valor, não reconhecia que tinha tanto ali naquele momento.

Era inverno e eu comecei a pensar bastante em morte. No sentido de deixar morrer as partes que não me servem mais. Deixar morrer o passado. As dores. As crenças limitantes. Voltar pro estágio da semente. E comecei a chamar a morte, chamar a morte, chamar a morte.

Mal sabia eu que eu estava tão viva. Que eu estava nascendo. Que eu estava grávida de mim mesma. Aquilo que tinha que morrer, já estava no passado. Era que eu que estava me agarrando àquilo tudo e não deixando ir, não deixando nascer o novo.

Depois de alguns meses assim, de fato atraí algumas experiências de quase morte. Morte mesmo. E o bebê que estava no meu útero, eu mesma, escorreu com meu sangue pelas pernas em um aborto de sonho.

Infelizmente tive que atrair lições tão difíceis para finalmente chegar na minha resolução de ano novo: pensar positivo. Celebrar o que se tem!

Colocar o foco no que temos. No que está bom. No que conseguimos conquistar. No que está vivo ao nosso redor. Nas nossas qualidades independente se já fomos ou poderíamos ser melhores. Focar no que resta. No que está aqui e agora. E agradecer. Celebrar o que se tem. Estar satisfeito a cada momento é atrair mais satisfação. Focar no ter é atrair mais ter.

Deixar os defeitos pra lá! Deixar o que falta pra lá! Porque na verdade, se algo está faltando deve ser porque não precisa estar aí nesse momento. Respirar a perfeição de cada momento, fortalecendo sempre a crença de que estamos sempre onde devemos estar. Temos sempre tudo de que precisamos naquele momento. E assim vamos atraindo uma realidade mais alinhados com nossas crenças.

Abraçar a imperfeição. Se perdoar. Se permitir errar e perder o medo dos erros. Aprender a fracassar como um expert. Usa toda perda como alavanca de aprendizado, sem diminuir quem fomos no passado! Estamos sempre fazendo o melhor que podemos fazer, apenas estávamos inconscientes das nossas sombras que atuavam para serem vistas afinal.

Celebremos então esse fim de ano! Um tempo fora do tempo. Momento de descansar, recarregar as baterias para, aí sim, com o raiar de um novo ciclo, juntar todos estes aprendizados e perseverar. Tentar de novo. Recomeçar. Reconstruir. Reviver.

Aproveite as férias! Viva o hoje! Agradeça tudo que se tem nesse momento. Atraia um ano de ter e não de faltar. Se ame. Se alegre. Se cure ao compartilhar simplicidade.

às vezes ver não é o bastante

No processo de cura interna, podemos cometer uma série de erros. O território interno pode ser bastante selvagem e navegar sem mapas nos leva inevitavelmente a alguns pontos cegos. Às vezes podemos achar que estamos prontos para lidar com qualquer coisa. Já vimos de tudo mesmo! Nosso externo está refletindo cura, estamos criando a vida que sempre quisemos viver (ou pelo menos achamos isso). Nos sentimos empoderados então para ir um pouquinho mais fundo.

Cuidado. Em time que está ganhando, damos valor ao que temos e seguimos tomando os passos que estão dando bons frutos certo? Às vezes querer ir mais fundo pode ser uma forma de auto sabotagem. Uma forma de mudar o fluxo e voltar para os padrões antigos.

Veja, 2018 era pra ter sido o meu ano. O ano de vitória, realização, descoberta. Se ao menos eu tivesse ido um pouco menos fundo. Eu achei que estava pronta pra tudo! Achei que podiam me jogar qualquer coisa que eu curava. Achei que estava pronta para dar enormes saltos internos. Pegar atalhos?

Indo contra todos os sinais que me diziam que era hora de ir embora da Montanha, seguir meu fluxo, voltar pra estrada e seguir no caminho que estava dando ótimos frutos, eu resolvi tomar as rédeas da minha vida (o que achei uma decisão sensata no momento) e seguir o coração ao invés dos sinais! Eu queria ficar. Queria uma casinha. Queria passar um inverno na neve.

Até aí, teria dado certo se eu tivesse ficado na superfície. Mas, somado a baixa vibração mística do local onde eu morava, neve, frio, solidão (por mim aumentada), uma paixão perdida, fogo e trabalho no bar resolvi começar a meditar intensamente. Fui nas profundezas, parei de me mover e viver na matéria e fui lá dentro, tão profundo, no pior que tinha em mim.

Mas o ego ainda era muito forte para sustentar aquela difícil realidade. Ver apenas não era suficiente porque eu não conseguia perdoar, deixar ir. E muito do que eu via no meu inconsciente não era a realidade material da vida que eu vivi, era uma coletânea de erros e desrespeitos por mim mesma coletados ao longo dos anos e por mim interpretados de maneira brusca e forte demais.

No final, caí. E precisei voltar ao passado. Volta pra casa. Para rever tudo. Para aceitar que eu estava errada sobre um monte de coisas. Para aí sim finalmente reconhecer o que era importante pra mim. E retomar aos poucos a confiança em mim mesma.

Não antes de destruir relações, queimar pontes, jogar fora o que tinha construído. E voltar de mãos abanando sem nada pra mostrar. E cair novamente no processo de recuperação da minha auto confiança e auto estima. Rever as raízes para voltar pra matéria. E aguardar o momento em que estarei novamente conectada com meu sistema de GPS interno. Fazer as pazes com os sinais e os estímulos internos. Saber pra onde ir.

Tudo é perfeito. Não existem erros, apenas lições a serem aprendidas. Às vezes elas são difíceis mas ao lidar com este “fracasso” de maneira totalmente diferente do que já lidei com qualquer fracasso anterior, vejo que isso é uma grande oportunidade de aprendizado. Uma maneira de cura da minha relação comigo mesma e de rever meus sonhos e o que eu quero da minha vida.

Eu falava tanto em criação de realidade e sinto estar levando isso para um nível totalmente novo! Pois para criar a realidade devemos saber o que queremos criar!

Perdas e acertos. Perdas e acertos. É a vida.

Dois anos depois…

Em Dezembro de 2011 fui à COP (Conference of the Parts / UNFCCC – United Nations Conference on Climate Change) em Durban na Africa do Sul. Fazia um ano que eu estava profundamente envolvida com a organização e mobilização de jovens para Rio+20 e fui através de uma organização internacional que forma jovens para incidirem na conferência. Eu não tinha ideia do que me esperava mas minhas expectativas eram positivas, eu estava ansiosa para vivenciar aquilo que eu vinha estudando e discursando há tanto tempo. Eu acreditava nesse processo como estratégia de mudança de paradigma, gestão dos recursos naturais globais e controle das corporações que estão devastando o planeta como se fosse infinito e descartável.

Foi uma das, senão A, maiores decepções de toda minha vida. Quando cheguei na conferência, percebi que estava em um grande teatro, um grande cenário de uma encenação de preocupação com a natureza e a humanidade. Dos governos isso já era esperado, estão absolutamente alinhados com os verdadeiros donos do mundo, as transnacionais. Mas o meu grande choque foram as ONGS. Eu não compreendia em quê aquela grande feira de demonstração de projetos e atuação e troca de cartões de visita estava contribuindo para a causa.

O espaço da conferência se divide em três arenas. Uma das negociações onde somente as delegações oficiais e negociadores podem transitar, outras das ONGS que é essa grande feira de exposição e salas de eventos múltiplos, um grande caderno de programação auxilia com descrições e locais mas além disso murais são preenchidos ao longo dos 15 dias de conferência com novos eventos criados de acordo com necessidades. Não há um segundo sequer de tempo livre, são mesas, debates, apresentações, reuniões, assembleias infinitas. Estas duas arenas tem entrada restrita para aqueles que tem credenciamento (delegados, ONGs e jornalistas). A terceira arena é a dos empresários, esta aberta ao público que transita pela rua ou que tem curiosidade para compreender o que se passa em sua cidade. Quando entramos nesta arena, vemos produtos de baixo gasto de carbono, água limpa… Tudo mercantilização da natureza e da vida disfarçada de amigo da mãe terra. E muita desinformação.

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Dentro da conferência, muitos dos maiores ativistas do mundo ocupados com blogs e reuniões. Grandes organizações ocupadas e divididas entre milhares de eventos e networking. Todos muito bem comportados, valorizando sua relação com as Nações Unidas que financia muitos de seus projetos ao longo do ano. Não se pode nem distribuir um flyer ali dentro. O ato de esticar o braço para entregar algum papel informativo ali pode causar a sua expulsão do território internacional. E tudo bem. São 15 dias em que se acompanham as negociações, se debate pelo corredor, produz-se conteúdo jornalístico, abaixo assinados tipo Avaaz e os jovens ainda pensam em algumas ações que podem realizar pela cidade e estratégias de mobilização para a grande marcha tradicional que acontece mais pro final. Alguns representantes e grupos conseguem breves reuniões com negociadores e colocam alguma pressão para um afrouxamento da irresponsabilidade e da cegueira. No último dia faz-se uma ação qualquer lá dentro em revolta com os resultados sempre insatisfatórios considerando as mais baixas das expectativas e aí muitos são expulsos da conferência. No último dia.

Eu nem fui neste último dia. Tive alguns problemas com a minha organização porque, no início da segunda semana, peguei 700 adesivos de uma campanha que estava sendo feita sorrateiramente lá dentro entre os próprios ativistas: “I <3 KP” (Eu amo Protocolo de Kyoto) e colei por toda a conferência, por todos os lados, atrás das câmeras da grande mídia, pedia para negociadores colarem onde eu não alcançava, fechava armários dos países que estavam dificultando ou sequer debatendo o protocolo… Eventualmente a polícia me pegou. Me levou ao secretariado e o chefe da organização veio para proteger sua relação com as Nações Unidas. Fui bastante repreendida. Não fui expulsa mas depois daquilo percebi que ali dentro, independente se é delegado, ONG ou empresário, estão todos articulados com aquele modus operandi que é confortável e seguro. Cada um finge que faz a sua parte e no final não passa de uma formalidade para não dizer que a humanidade está cagando para o ar que respira, a água que bebe e o planeta que habita.

A verdade é que estão todos muito confortáveis com esse universo das conferências e do movimento climático ambiental. Os governos e as corporações com seus modos de manipular e restringir a atuação além de investimentos mínimos em áreas e projetos pouco relevantes e as organizações e ativistas dependentes destes processos para simplesmente ter o que fazer. Como não temos nenhuma proposta melhor para salvar a natureza e sentimos uma ânsia por fazer alguma coisa, acabamos incidindo nestes processos seja para participar das negociações enquanto sociedade civil, seja para contestá-los. E é a mesma coisa: reuniões, encontros, cúpulas, comunicação, marchas, campanhas, design, mobilização e artivismo. Algumas ações de sabotagem aqui e ali.

Dois anos depois retorno para um cenário novo. Lima, Peru. COP20. Casa de Convergência TierrActiva, um espaço que se propõe a ser uma zona de convívio comunitário entre diversas pessoas e organizações, além de trazer um novo elemento para a luta: a transformação interna através de práticas espirituais e a explanação de alternativas e outras possibilidades de realidade. A proposta é muito boa mas a prática é a perfeita reprodução do que se vê no espaço oficial. Organizações que estão acostumadas a um modus operandis de reuniões, articulações, midiativismo, mobilização, marcha… E não tem a menor abertura para qualquer dinâmica de criação. Acredita-se, por algum motivo não comprovado, que esse é o caminho da mudança. Que um dia uma marcha vai mudar alguma coisa, que mais uma reunião vai mudar alguma coisa, que mais um debate ou mais uma crítica ao governo vai salvar o planeta e a humanidade. Um monte de ego sentado em círculo, pessoas que tem seus salários pagos simplesmente porque a crise climática existe debatendo logos e nomes para coordenação de grupos de trabalho.

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E fala-se sem parar sobre uma nova narrativa, sobre uma nova estratégia mas na praxis se faz o mesmo de sempre porque é seguro e confortável, porque assim que se aprendeu a fazer, assim que é feito deste 1945 e repudia-se qualquer proposta de fazer diferente. São 10 reuniões por dia, aceleradas para que se possa ter mais tempo livre para estar respondendo e-mails e combinando mais reuniões. Qualquer tentativa de conexão e profundidade é considerada perda de tempo, a mentalidade da produtividade capitalista se reproduz também nos círculos dos que querem contestá-lo o tempo todo. A superficialidade, a formalidade, a produtividade glorificada.

Yoga, meditação, práticas energéticas e rituais servem para decorar. Para trazer um momento de leveza e sacar unas fotos. É um momento de respirar para que as energias possam ser recarregadas e se possa voltar a fazer o mesmo. Tudo considerado muito bonitinho. Mas em nenhum momento visto como o caminho, como a solução. Como a tal nova narrativa.

É deprimente. Essa casa é o ápice do ativismo climático no mundo hoje. Por aqui transitam as maiores organizações, os maiores ativistas tão ocupados com suas reuniões e conversas de corredor, com as articulações de seus projetos que não tem um segundo para imaginar-se em outro cenário.

Eu gostaria de sentar para uma reunião de criação em 48 horas. Pessoas se fecham em uma sala e só saem de lá com uma ideia nova. Algo que nunca tenha sido feito. Gostaria de entrar em uma reunião não verbal. Gostaria de sentar em uma geodésica com artivistas e tomar mescalina antes de olhar para as cartolinas em branco na parede. Gostaria de sair daqui com um grupo ativista com o objetivo de montar uma ecovila/hacklab e estas pessoas vão morar juntas durante um ano informando sua enorme rede de todas as ideias e propostas de um novo movimento que surgem durante este convívio. Mas nada disso faz nenhum sentido para ninguém. O que faz sentido é mais um abaixo assinado. Mais uma reunião com negociadores. Mais uma fala em uma reunião. Mais um cartão de visita.

Estamos perdidos. Acho que precisamos de uma reunião para articular essa ideia.

Sincronia 5

O destino não é uma questão de oportunidade; é uma questão de escolha. Não é algo a ser esperado; é algo a ser alcançado. WILLIAM JENNINGS BRYAN

Sincronia 4

É provável que a sua resistência à mudança alcance o ponto máximo às vésperas de um mudança importante. GEORGE LEONARD

Sincronia 3

A maior ausência é menos perigosa para o amor que as terríveis provas da proximidade contínua. OUIDA

Sincronia 2

Um homem nunca deveria se envergonhar de reconhecer que errou, como se dissesse que é mais sábio hoje do que foi ontem. ALEXANDER POPE

Sincronia 1

Duvide de si mesmo e duvidará de tudo que vir. Julgue a si mesmo e verá juízes em todos os lugares. Mas, se ouvir o som da sua voz, você poderá alçar-se acima da dúvida e do julgamento, e será capaz de ver pra sempre. NANCY KERRIGAN

Criando um site no CriaCorpo

Oi gente! Acabei de comprar um domínio no criacorpo.com.br e tamos ae… Em breve, novidades.

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